A China que você não vê.
A China é a segunda maior economia do mundo. Mas a informação que chega sobre ela ao Brasil é filtrada, atrasada e enviesada.
A maioria do que o brasileiro lê sobre a China passou por pelo menos três filtros: o correspondente estrangeiro que não fala mandarim, a redação que precisa de clicks, e o viés ideológico de quem já decidiu a conclusão antes de ler os dados.
O resultado? Uma versão distorcida da realidade. Onde um avanço tecnológico vira "ameaça", uma política econômica vira "manipulação", e 1,4 bilhão de pessoas são reduzidas a estereótipos.
"Fontes primárias em mandarim contam uma história diferente da que a mídia ocidental traduz."
China to Watch nasceu pra ser a ponte direta. Escrito por um brasileiro que vive na China e vê o país por dentro — não através de correspondentes que passam duas semanas em Xangai e voltam com uma matéria pronta. Lemos o Weibo, o People's Daily, os relatórios do NBS e do PBOC. Traduzimos, contextualizamos e entregamos.
Não fingimos neutralidade. Todo jornalismo tem perspectiva — o nosso é honesto sobre a dele. A diferença é que cada número tem fonte, cada afirmação tem link, e cada análise mostra o raciocínio. Você pode discordar da conclusão, mas nunca vai precisar duvidar dos dados.
Portal aberto
Informação de qualidade não deveria ter paywall. Por isso o China to Watch é e sempre será um portal aberto. Todas as notícias, todos os dados, todos os drops — acessíveis para qualquer pessoa.
Acreditamos que um Brasil bem informado sobre a China é um Brasil mais preparado para o que vem pela frente. E não vamos cobrar por isso.
Research Semanal
Para quem quer ir além das manchetes, oferecemos o Research Semanal — nossa análise profunda semanal. Contexto histórico, dados comparativos, projeções e o que os números realmente estão dizendo.
O Research é pra quem toma decisões. Executivos, investidores, pesquisadores, jornalistas e qualquer pessoa que precisa entender a China de verdade — não a versão simplificada.
A visão
Ser o portal de referência sobre a China no Brasil. Com colunistas, análises, research, dados e a credibilidade que o tema exige.
Não queremos ser mais um blog. Queremos ser a fonte que jornalistas citam, que executivos consultam e que pesquisadores confiam.
"Temos perspectiva.
E temos os dados pra sustentá-la."
— Equipe China to Watch